13 de abril de 2017

Pilates ou Musculação existe melhor opção?

Por Priscilla Pavanelli

Imagem-ilustração: Pilates ou Musculação existe melhor opção?

Ao sair em busca por atividades físicas sempre surge a dúvida com relação ao tipo mais indicado e adequado para cada pessoa.

A prática de Pilates e musculação oferecem muitos benefícios em comum como controle de diabetes e hipertensão, melhora da circulação, da disposição, da ansiedade, mas ao mesmo tempo, possuem propostas e resultados diferentes que acabam por se complementar.

Na musculação geralmente são utilizadas barras, halteres e equipamentos com carga/resistência. No método Pilates utiliza-se a resistência do próprio corpo ou das molas encontradas em seus equipamentos.

Um dos pontos a ser levado em consideração é com relação à presença de doenças ou lesões osteomusculares como, cervicalgia, lombalgia, hérnia de disco, artrose, aonde o mais recomendado seria a prática de Pilates por se tratar de um exercício de baixo impacto.

Agora se o objetivo do praticante for a perda de peso corporal e hipertrofia muscular, a musculação irá oferecer melhores resultados.

Outro ponto que diferencia as atividades diz respeito ao ambiente. O Pilates realizado em studios geralmente atende três pessoas por hora, tornando o ambiente mais tranquilo, diferente do encontrado nas academias de musculação. Irá depender então da afinidade de cada praticante com o ambiente encontrado.

Benefícios do Método Pilates

Controle da respiração

Melhora da postura e consciência corporal

Ganho de flexibilidade

Baixo impacto

Benefícios da Musculação

Hipertrofia muscular

Perda de peso corporal

Prevenção de osteoporose

Uma sugestão seria associar a prática das duas atividades, mas, o fato é que a melhor atividade vai ser aquela que oferecer maior prazer ao praticante. O importante é manter-se ativo e realizar as atividades sob supervisão para evitar lesões futuras.

Em caso de dúvida, procure orientação médica ou de um profissional da saúde.

 

Priscilla Pavanelli

priscilla_pavanelli@hotmail.com

 

Bem Estar Saúde
06 de abril de 2017

Mudanças são fáceis?

Por Rose Guedes
terapia cognitivo comportamental guarulhos; rose guedes psicologa clinica guarulhos;

Imagem: ilustração Mudanças são fáceis?

É comum pessoas me procurarem no consultório em busca de mudança, estes “desejos” podem ser pessoais ou ambientais.

Ex: “preciso parar de usar drogas”, “preciso emagrecer”, “brigo demais com meu marido”, ”não consigo esquecer minha ex”. “não aguento mais meu chefe preciso trocar de emprego” e etc…

Quando fazemos um paralelo de mudanças cognitivas e comportamentais com mudança de casa por exemplo vemos muitas variáveis envolvida. Sabemos de forma geral, o quanto um mudança de casa e gostosa para aquelas pessoas que desejam muito isso, porém mudar de casa da trabalho sim! Percebemos o quanto adquirimos objetos muitas vezes desnecessário ao longo da vida e muitas vezes se desfazer dos mesmos é doloroso…

Todavia, nesses momentos é preciso questionar o quão necessárias são todos esses objetos, pois afinal, estão ali ocupando espaço. Um sapato que não serve mais, aquela bicicleta parada na garagem, uma roupa que já não combina ou qualquer outra coisa que não está sendo útil, mas que ainda assim é mantida. É necessário neste momento fazer o seguinte questionamento: Preciso de tudo que acumulei para viver?

É gente saibam… Com alguns comportamentos não é diferente. Certamente  cada ser é único constituído de acordo com sua história. O conceito de mudança pressupõe condições que podem ser generalizadas, assim como mudar de casa. Mudamos a maneira de nos relacionar com o mundo, ou seja, padrões comportamentais. Sendo assim, outras variáveis vão fazer parte do contexto durante e após a mudança. Mudanças fazem parte da vida, mas mudar pode significar perdas. Perder o que se tem para apostar em algo novo, deixar de se comportar de determinada maneira e aprender comportamentos diferentes dos comportamentos considerados ineficazes e prejudiciais. A maneira como um indivíduo se comporta, embora traga prejuízos, são respostas que passaram por uma história e que produziram mudanças ambientais e possivelmente ainda são mantidas por consequências por isso podem ser tão difíceis de “se desfazer.

Geralmente as pessoas tendem a evitar situações aversivas e seus comportamentos de fuga ou esquiva podem ser reforçados negativamente. Por exemplo, se o emprego está desagradável, não vai trabalhar; se o namoro não vai bem, inventa algumas desculpas para não encontrar; se as amizades não são suficientes, prefere ficar em casa para não encontrar os amigos. Embora esses comportamentos sejam reforçados negativamente, também acarretam consequências ruins, como: Correr o risco de perder o emprego devido ao grande número de faltas; não encontrar outro relacionamento; ficar em casa limita a possibilidade de variar o repertório comportamental para habilidades sociais ou conhecer novas pessoas.

Perceber os prejuízos que alguns comportamentos causam e mudar a forma de se comportar, não é uma tarefa fácil, mas é extremamente necessária, e pode ser o início da modificação de comportamentos inadequados para comportamentos mais eficazes.

Em muitos caso não conseguimos apresentar mudanças porque possuímos dificuldades em solucionar problemas. Não ser apto a identificar ou apresentar a respostas comportamentais adequadas faz parte da vida, o que não é para continuar em sofrimento e não procurar ajuda.

É importante lembrar que solucionar o problema não é emitir a resposta final, mas apresentar o conjunto de comportamentos compatíveis com o processo de resolução de problema.

Dentro do processo de tratamento em terapia cognitivo comportamental o desenvolvimento de tais habilidades acontece com a utilização de algumas técnicas.

Em suma, para que o processo terapêutico que visa mudanças comportamentais tenha êxito, é necessário que o profissional possua capacidade conceitual e instrumental para intervir de forma adequada nas queixas. É importante também que o cliente tenha a possibilidade de aprender em terapia que seus comportamentos estão diretamente relacionados com seu ambiente, e que as mudanças podem ocorrer caso haja um rearranjo de necessidades. Mudar pode dar trabalho, mas pode oferecer novos reforçadores e ampliar o repertório comportamental.

Se arrisque nesse mundo de mudança… garanto que vale a pena!!

Rose Guedes 

Psicóloga clínica –  CRP 06/11210-8

Terapia Cognitivo-Comportamental

Cotidiano
28 de março de 2017

Não deixe para amanhã a conversa que você pode ter hoje.

Por Tatiane Sanches Besenbruch
Diálogo é sempre a melhor solução para as relações humanas. Lembre-se que somos seres sociais .

Imagem: Ilustração – Não deixe para amanhã a conversa que você pode ter hoje.

 

Será que essa frase é válida verdadeira? Será melhor guardar seus pensamentos e sentimentos? Ou é melhor explodir logo tudo de uma vez?

As relações são primordiais para nosso desenvolvimento. O ser humano é um ser social, não consegue se desenvolver sem interações sociais, em contrapartida, se relacionar com o outro, demanda muita habilidade.

Por se tratar de algo difícil ficamos na dúvida em como agir, horas preferimos guardar tudo que pensamos para nós, em outro momento explodimos e falamos tudo de uma só vez, esbravejando nossos sentimentos de raiva, medo, angústia…

Mas afinal, qual será a melhor opção?

Diálogo! Essa é a melhor solução. Primeiro que conversar faz parte de uma relação, conota confiança, companheirismo, atenção, amor. Quando conversamos olhamos nos olhos, esse ato gera bem-estar devido a liberação de ocitocina.

Falar sobre nossos pensamentos e sentimentos é importante, já que as vezes criamos verdades em nossa cabeça e o outro não fica sabendo. Quando falamos sobre o que pensamos e sentimos, nos ouvimos e conseguimos nos entender, além de clarificar o outro sobre nossas demandas.

Você pode estar se perguntando: Mas ao falar eu brigo! Grito! Esbravejo. Claro que se você perceber que está muito nervoso, você deve aguardar antes de se pronunciar. Regular estes sentimentos é muito importante, isso pode ser feito em minutos, respirando profundamente, se retirando do ambiente e ficando alguns minutos a sós, lavando o rosto. Pequenos movimentos que nos fazem conversar claramente.

Mas por que não guardar tudo para você? Por que somos mestres em pensar de maneira errada nas diversas situações vividas, afinal não são as situações que nos fazem sofrer, sim a maneira como interpretamos. Ao guardar nossas angústias e pensamentos distorcidos, vamos ampliando mais emoções ruins e cada vez mais pensamentos distorcidos, isso vira um ciclo vicioso.

Então revisemos:

1 – Não deixe para amanhã o que podemos falar hoje!

2 – Se ao falar identificar que está ficando muito alterado, com as emoções a flor da pele (medo, raiva, tristeza, ódio) dê uma pausa para regular essas emoções, conforme algumas orientações acima.

3 – Por fim fale! De maneira clara e objetiva, ouvindo a posição do outro, para refletir sobre a situação.

Não deixe de falar, busque a solução, não fique amplie ainda mais sentimentos desagradáveis.

 

            Tatiane Sanches
  Facilitadora Método Friends 
                   Coach e at

 

 

Bem Estar Comportamento
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